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Luto: Maria Ribeiro, atriz de “Vidas Secas”, morre aos 102 anos

Atriz seguiu no cinema em produções brasileiras marcantes

Lívia Cout
Lívia Cout
Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Maria Ribeiro morre aos 102 anos
Maria Ribeiro morre aos 102 anos. (Foto: Reprodução)

Maria Ribeiro morreu aos 102 anos, em Genebra, na Suíça, onde vivia havia décadas. O falecimento ocorreu no dia 29 de dezembro e só veio a público agora, após a filha da atriz, Wilma Lindomar da Silva, comunicar a perda pelas redes sociais.

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Atriz marcou o cinema nacional ao interpretar Sinhá Vitória em “Vidas Secas”

Figura central do cinema brasileiro nas décadas de 1960 e 1970, Maria ficou marcada de forma definitiva ao dar vida a Sinhá Vitória em “Vidas Secas” (1963). O longa, dirigido por Nelson Pereira dos Santos, levou para a tela a obra de Graciliano Ramos, publicada anos antes.

Nascida em Sento Sé, no interior da Bahia, Maria Ramos da Silva teve a infância marcada pela vida no sertão. Ainda jovem, ela também passou por Juazeiro, às margens do São Francisco, e por Pirapora, em Minas Gerais. Posteriormente, aos 15 anos de idade, a artista seguiu para o Rio de Janeiro.

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Maria deixou o sertão ainda jovem e chegou ao cinema sem formação artística

Na capital fluminense, Maria trabalhou em um laboratório farmacêutico, além de fábricas e tipografias. Isso até ela conseguir uma vaga na “Líder Cine Laboratórios”. Foi ali, inclusive, que ela recebeu o convite que mudaria seu destino: protagonizar “Vidas Secas”.

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Sem formação artística e já perto dos 40, a princípio ela hesitou. Afinal, o papel exigia exposição, entrega e um tipo de presença que ela nunca havia experimentado. Apesar de tudo isso, Maria por fim aceitou interpretar a mãe da família de retirantes que atravessa a caatinga em busca de sobrevivência.

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Após estreia emblemática, atriz manteve presença constante no cinema nacional

Conhecida entre amigos como “Nona”, Maria seguiu no cinema após o impacto do primeiro trabalho. Logo depois ela estrelou em “A Hora e a Vez”(1965), “Os Herdeiros “(1970), “O Amuleto de Ogum” (1974), “Perdida” (1976), “Soledade”, “A Bagaceira” (1976), entre muitos outros.

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Maria Ribeiro deixa a filha, Wilma, a neta Karenine e oito bisnetos: Morgane, Marvin, Megane, Milan, Madigan, Marlon, Hokaan e Sara.

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