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Magno Malta ordena filmagem do cárcere de Bolsonaro e tem visita barrada por Moraes

PMDF flagrou gravações irregulares do entorno da Papudinha.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Magno Malta, senador do PL (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Magno Malta, senador do PL (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A tentativa do senador Magno Malta (PL-ES) de visitar Jair Bolsonaro na Papudinha terminou com o motorista dele sendo flagrado pela Polícia Militar filmando os arredores da unidade prisional.

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O episódio, que aconteceu em 17 de janeiro, fez com que o ministro Alexandre de Moraes negasse a autorização para o encontro.

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Filmagens do motorista de Malta complicam acesso a Bolsonaro

De acordo com um relatório da PMDF enviado ao STF, o veículo oficial do Senado, um GM Equinox, estacionou perto do local, o senador desceu e o motorista começou a gravar o entorno. Os policiais intervieram rapidamente, alertando que as imagens poderiam comprometer a segurança do complexo penitenciário e dos agentes.

Os militares explicaram ao parlamentar que apenas familiares autorizados têm direito a visitas regulares e que qualquer outra pessoa, incluindo autoridades, precisa de uma permissão judicial prévia. Malta, no entanto, tentou entrar sem essa autorização.

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Após o incidente, o motorista acatou a orientação e parou de filmar. O caso foi parar na mesa de Moraes, que usou o relatório como justificativa para barrar a visita do senador a Bolsonaro.

Em resposta à negativa do STF, o senador Magno Malta apresentou sua versão dos fatos. Ele afirma que sua ida à Papudinha, em 17 de janeiro, teve o propósito exclusivo de buscar informações sobre Jair Bolsonaro.

O parlamentar garante que se identificou formalmente à segurança, manteve conversações com os oficiais e permaneceu apenas na área externa regular da unidade, sem jamais tentar invadir ou acessar locais restritos. Malta argumenta que, se tal intenção existisse, a própria segurança teria agido.

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“O indeferimento, portanto, não se sustenta em fato concreto, mas revela uma decisão de natureza política. Infelizmente, isso não causa surpresa; apenas confirma um padrão de conduta que vem sendo reiteradamente observado”, escreveu o senador.

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Amanda Souza
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