
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, manifestou preocupação com os possíveis impactos sobre os serviços de saúde na Venezuela após o atentado e captura de Nicolás Maduro. Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (5), Padilha afirmou que o Brasil está mobilizado e pronto para prestar assistência, caso seja necessário.
O ministro defendeu a importância da reciprocidade nas relações internacionais, relembrando o auxílio importante oferecido pela Venezuela durante o pico da pandemia de Covid-19 no Brasil.
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“A gente não pode esquecer que, quando houve o colapso de oxigênio em Manaus, vieram 135 mil metros cúbicos de oxigênio da Venezuela para salvar o povo brasileiro em Manaus”, declarou Padilha, referindo-se à doação de 2021.
Ministro de Lula prega cooperação entre América do Sul
O ministro ainda enfatizou a necessidade de cooperação entre as nações das Américas, citando o trabalho da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) como um modelo.
“Essa parceria humanitária é a base do nosso trabalho. Na América do Sul, estamos conseguindo evitar a exclusão e a explosão de casos de sarampo que hoje acontecem na América do Norte”, exemplificou o ministro.
Autoridades da Venezuela enviaram cinco caminhões com oxigênio para Manaus, capital do Amazonas em 2021. A doação foi anunciada pelo governo vizinho em resposta à grave crise de saúde pública que atingiu o estado brasileiro devido ao aumento de casos de Covid-19. Isso ocorreu na época em que o Amazonas enfrentava um colapso no sistema de saúde, com hospitais superlotados e falta de insumos médicos essenciais.
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