
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não incluiu um dos filhos de Jair Bolsonaro (PL) na decisão que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente por 90 dias.
Autorização de visitas de Alexandre de Moraes lista três filhos de Bolsonaro, mas omite um nome
Na determinação, Moraes proibiu visitas durante o período, com exceção de advogados, médicos e filhos. Isso desde que cumpram regras específicas. Em seguida, o despacho detalha os nomes autorizados: Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro poderão visitar o ex-presidente “nas mesmas condições legais do estabelecimento prisional, ou seja, às quartas-feiras e aos sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.”, disse o ministro.
No entanto, o documento não menciona Eduardo Bolsonaro. Com isso, o nome do deputado ficou fora da autorização formal, conforme apuração da coluna Igor Gadelha, do portal “Metrópoles”. Por outro lado, Laura Bolsonaro pode permanecer em contato com o pai sem restrições, já que reside com ele e com Michelle, em Brasília.
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Desse modo, pai e filho seguem impedidos de manter contato direto. Essa restrição foi estabelecida em julho de 2025, no contexto de um processo que apura suposta tentativa de coação ao STF.
Posteriormente, em setembro do mesmo ano, a Procuradoria-Geral da República (PGR) optou por não denunciar o ex-presidente nesse caso. Eduardo também não recebeu condenação no processo.
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