
O almirante Daryl Caudle, chefe de Operações Navais dos EUA, desabafou sobre um grave problema que o país enfrenta nos mares do Irã.
Ele contou que o orçamento do ano fiscal de 2026 não contemplou os custos da operação contra o Irã, chamada Operação Fúria Épica, como informa o noticiário The Hill.
Isso porque a Marinha está operando em capacidade máxima, o que gera gastos intensos com combustível, manutenção, munições e horas de operação. Para acomodar as despesas da guerra, foram feitos cortes severos nos recursos disponíveis, afetando treinamentos, operações rotineiras e até o efetivo, com risco de redução já em julho.
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Estão suspensas mudanças permanentes de estação (PCS) para entre 12.000 e 15.000 marinheiros, e o recrutamento foi comprometido pela falta de fundos para deslocamento e pagamento de bônus. A Casa Branca deve solicitar ao Congresso um suplemento orçamentário entre US$ 80 e 100 bilhões, grande parte destinada a repor munições esgotadas.
Almirante dos EUA faz alerta
O almirante avisou que, sem um aporte adicional de verbas pelo Congresso, que por sua vez não está muito feliz com os conflitos atuais, a Marinha poderá sofrer. A situação financeira reflete o impacto direto das hostilidades começadas em 28 de fevereiro.
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Procurado, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, não forneceu uma data específica para o novo orçamento, apenas disse que estão “plenamente cientes” da situação.
Em resumo, a Marinha dos EUA enfrenta uma crise financeira devido ao conflito com o Irã, com risco de cortes em operações e pessoal, e depende de um aporte bilionário do Congresso para manter suas atividades.
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