
MUNDO – A Rússia confirmou, nesta sexta-feira, 09 de janeiro, que realizou um ataque a capital da Ucrânia, Kiev, utilizando o sistema de mísseis supersônicos Oreshnik, que têm capacidade nuclear. De acordo com autoridades ucranianas, ao menos quatro pessoas morreram e 22 ficaram feridas em decorrência dos ataques.
De acordo com informações da GloboNews, a força aérea ucraniana informou que a Rússia lançou 36 mísseis e 242 drones no território ucraniano. Segundo apurado, esses mísseis são capazes de transportar ogivas nucleares, mas não há indicação de que os usados no ataque nesta madrugada estivessem equipados com elas.
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O exército, no entanto, disse que a ofensiva foi uma resposta à tentativa de ataque à residência de Putin em dezembro de 2025. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, negou. Os ataques visaram a infraestrutura energética ucraniana que dá suporte ao complexo militar-industrial da Ucrânia e às instalações de fabricação de drones.
Vale lembrar que os mísseis hipersônicos superam cinco vezes a velocidade do som, tornando sua detecção e interceptação extremamente complexas. Além disso, o Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, se manifestou e disse que o ataque russo a Oreshnik, próximo à fronteira da União Europeia e da OTAN, representa uma ‘grave ameaça’ à segurança europeia.
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Rússia
Atualmente, a Rússia é formalmente uma República Federal Semipresidencialista, com um Presidente (chefe de Estado) e um Primeiro-Ministro (chefe de Governo). Na prática, o sistema é frequentemente descrito como um autoritarismo ou Estado forte sob o controle de Vladimir Putin, devido à centralização do poder, enfraquecimento das instituições democráticas e restrição de liberdades, apesar de a Constituição prever um Estado democrático e de direito.
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