
Um guarda de Nicolás Maduro que sobreviveu ao ataque americano fez um relato surpreendente de arma misteriosa usada pelos EUA durante o sequestro do venezuelano.
Ele relatou que os americanos usaram uma arma poderosa que fez os soldados caírem de joelho, sangrando pelo nariz” e vomitando sangue. A entrevista foi para Mike Netter, que se afirma democrata (partido de oposição a Trump). “Isso explica muito sobre por que o tom [do EUA] mudou repentinamente na América Latina”, diz Mike.
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O guarda relatou como as forças americanas assassinaram centenas de soldados sem perder um único homem, usando tecnologia que nunca tinha visto ou ouvido. “Estávamos de guarda, mas de repente todos os nossos sistemas de radar desligaram sem nenhuma explicação“, disse o guarda. “A próxima coisa que vimos foram drones, muitos drones, sobrevoando nossas posições. Não sabíamos como reagir“, declarou.
Instantes depois, um grupo de helicópteros apareceu — “ao menos oito“, de acordo com sua contagem — enviando o que ele avaliou serem apenas 20 soldados estadunidenses. Contudo, estes poucos homens empunhavam algo muito mais aterrador que armas de fogo. “Eles eram tecnologicamente muito avançados“, descreveu o segurança. “Eles não pareciam nada contra o qual já lutamos antes.”
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O que veio depois não foi uma batalha, mas sim um massacre. “Éramos centenas, mas não tínhamos chance“, declarou. “Eles estavam atirando com tanta precisão e velocidade; parecia que cada soldado disparava 300 tiros por minuto“, revelou ele. Mas esta ainda não era a arma misteriosa, que veio em seguida.
Segurança de Maduro faz relato impressionante
“Em um momento, eles lançaram algo; não sei como descrever“, comentou o homem, assombrado. “Foi como uma onda sonora muito intensa. De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro”, explicou.
Os efeitos foram imediatos e desumanos. “Todos começamos a sangrar pelo nariz“, revelou. “Alguns estavam vomitando sangue. Caímos no chão, incapazes de nos mover. Nem conseguimos ficar de pé depois daquela arma sônica — ou seja lá o que fosse“, disse o rapaz.
Contudo, quem compartilhou a notícia foi a própria Secretária de Imprensa da Casa Branca, o que levanta dúvidas se isso não é apenas terrorismo americano aos demais países do mundo. Washington ainda não respondeu se o compartilhamento de Karoline Leavitt é uma confirmação da veracidade do relato.
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