
Em uma nova postagem viral nas redes sociais, nesta terça-feira (13), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) acusou novamente o governo de reinstituir a fiscalização sobre transações via Pix.
O vídeo, que acumulou cerca de 1,8 milhão de curtidas em pouco mais de três horas no Instagram é um desdobramento de um outro vídeo no começo do ano passado, que resultou na revogação de uma instrução normativa sobre o tema.
+ Lula bombado? A verdade por trás do clique do presidente musculoso é revelada
Eu avisei. pic.twitter.com/DMrhN7SsFE
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 13, 2026
Monitoramento disfarçado do Pix coloca o trabalhador autônomo na mira do Fisco, aponta Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira apontou que, depois da retirada da norma anterior sob pressão popular, o Fisco editou uma nova regra em agosto de 2025, reintroduzindo o monitoramento.
“Agora vem a parte que eles não querem que você não perceba”, alertou o parlamentar, classificando a medida como um “grande problema”.
O deputado afirmou que, embora a justificativa oficial seja nobre, a prática representa um retorno da mesma vigilância que havia sido rechaçada.
“No papel ela diz que é para combater o crime organizado, lavagem de dinheiro e fraudes. E parece lindo. Afinal, quem seria contra combater o crime. […] O que eles revogaram em janeiro de 2025 depois que nosso vídeo viralizou e conseguiu unir o povo, eles trouxeram de volta em agosto só que agora escondido em outra norma, com outro nome e outro discurso. Não é imposto, é monitoramento”, disse ele.
Após o vídeo dele viralizar sobre esse tema, a Receita Federal chegou a afirmar que a “onda de fake news” sobre taxação do Pix, em janeiro, criou uma brecha explorada por facções criminosas.
Nikolas Ferreira, contudo, focou seu discurso no cidadão comum. “Você que é feirante, manicure, motoboy, ambulante e autônomo, se você movimentar mais de R$ 5 mil por mês pelo Pix e isso não bater com o que você declarou no Imposto de Renda, a Receita vai saber. E você pode cair na malha fina, ser chamado, ter que explicar e pagar imposto que você nunca imaginou pagar. E não porque vc virou criminoso, mas porque o Estado passou a olhar para o seu Pix como se fosse um dinheiro suspeito”, argumentou.
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