
A Polícia Federal informou oficialmente ao Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira (7) que não é possível transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro para outra cela na Superintendência da corporação em Brasília.
Além disso, também comunicou que tampouco será possível realizar reformas para reduzir o barulho do ar-condicionado, conforme reclamação da defesa. A PF justificou que não há alternativa que atenda às exigências de segurança para um preso de seu perfil.
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Ausência de local seguro e reforma complexa impedem mudanças na cela de Bolsonaro
Em petição ao STF, a corporação explicou os dois pontos. Sobre a troca de local, afirmou: “Quanto à mudança para outro local: não há, no momento, alternativa física que atenda às exigências de segurança institucional para instalação de Sala de Estado-Maior”.
Quanto ao ruído, alegou: “Quanto à redução/eliminação do ruído: não se vislumbra viabilidade no curto prazo, em razão da complexidade da intervenção, que demandaria paralisação prolongada das atividades da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal”.
A PF já havia detalhado que, “em razão dessa proximidade com as áreas técnicas, há nível de ruído no ambiente”, mas que medidas simples não resolveriam.
A resposta foi dada após o ministro Alexandre de Moraes dar cinco dias para a PF se manifestar. Bolsonaro, que sofreu uma queda na cela e passou por exames médicos nesta quarta, retornou à custódia no fim da tarde.
Sua defesa já teve vários pedidos de prisão domiciliar negados pelo ministro. A equipe jurídca do ex-presidente também alega ao STF que o ruído constante do ar-condicionado na cela prejudica sua saúde, repouso e tranquilidade.
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