PF se contradiz e admite que ‘espião’ de Vorcaro não morreu

Suspeito de liderar milícia de banqueiro segue grave após tentativa de suicídio

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, espião de Vorcaro (Foto: Reprodução)
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, espião de Vorcaro (Foto: Reprodução)

A Polícia Federal corrigiu nesta quarta-feira (4) a informação divulgada anteriormente sobre a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, investigado como chefe de uma organização criminosa montada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

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O suspeito nas conversas interceptadas, segue internado em estado crítico no CTI do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

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Inicialmente, a corporação chegou a anunciar o óbito do custodiado, que teria tentado suicídio na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais. Horas depois, no entanto, emitiu nota corrigindo a informação.

“A PF não confirma as notícias veiculadas na imprensa que atestam a morte do custodiado. Informações sobre o estado de saúde do preso serão informadas após atualização da equipe médica”, esclareceu a instituição em comunicado oficial.

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Espião de Vorcaro permanece internado e PF vai investigar tentativa de suicídio

Mourão, preso na operação Compliance Zero, segue internado em estado grave no CTI do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, com suspeita de morte cerebral.

A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais informou que ele permanece sob cuidados intensivos, e o hospital já iniciou os protocolos para confirmação do quadro. Agentes federais que monitoravam a cela perceberam a tentativa de enforcamento e prestaram os primeiros socorros, realizando manobras de reanimação até a chegada do Samu, que fez o transporte do preso.

Mourão é apontado como comandante de uma estrutura de vigilância e coerção privada montada por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O grupo criminoso, autodenominado “A Turma”, seria responsável por invadir sistemas oficiais e intimidar adversários do banqueiro.

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Investigações revelaram que a organização acessou indevidamente bases da Polícia Federal, MPF, FBI e Interpol. Em diálogos interceptados, Vorcaro teria sugerido que Mourão simulasse um assalto contra o jornalista Lauro Jardim para “quebrar todos os dentes” do profissional.

A tentativa de suicídio foi comunicada ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF. A PF disponibilizará imagens do circuito interno e abrirá procedimento para apurar as circunstâncias.

Moraes e dono do Master trocaram mensagens horas antes da prisão do banqueiro

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Amanda Souza
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