
Um advogado expôs a estratégia do ministro do STF – Supremo Tribunal Federal – Dias Toffoli. Isso porque ele decidiu mandar o caso do Banco Master para a primeira instância da Justiça Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Isso porque agora ele mudou de ideia e concluiu que, nos casos em análise, não há conexão direta com autoridades com foro privilegiado. A decisão alterou o curso das investigações e passou a concentrá-las na primeira instância, segundo informações de Daniela Lima, do UOL.
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Contudo, um advogado ouvido pelo DCM expôs a estratégia do ministro. “O magistrado atrapalhou a colheita e a preservação de provas e agora largou, na certeza de que, logo mais, alguém com foro se implica e volta tudo ou, pior, continua em primeiro grau e anula tudo”, disparou.
Toffoli devolve caso à primeira instância
Um exemplo citado pelo advogado é do ex-presidente da RioPrevidência, encarcerado nesta semana pela Polícia Federal após tentativa de fugir. O processo foi para o STF, contudo, Toffoli analisou que não havia autoridades com foro e voltou o processo à Justiça Federal do Rio. Depois disso, a investigação correu e resultou na prisão.
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Outro caso é o de Deivis Marcon, que chegou ao escritório do ministro há um mês. Depois de averiguação, o magistrado concluiu que não havia conexão com foro privilegiado e devolveu o caso à primeira instância do Rio, que autorizou a ação da Polícia Federal. No caso do empresário Nelson Tanure, investigado na operação Compliance Zero por relação com o Banco Master, também foi para o gabinete do ministro, que posteriormente não virou ligação com foro privilegiado e devolveu à Justiça paulista.
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