
Geraldo Alckmin reagiu às propostas de mudança constitucional defendidas por Flávio Bolsonaro, com o vice-presidente associando esse discurso a justificativas usadas durante a ditadura militar, enquanto o candidato do PL sustenta que reformas constitucionais seriam necessárias para promover mudanças institucionais no país.
Alckmin criticou as declarações de Flávio Bolsonaro sobre alterar a Constituição para “redemocratizar o país”. Segundo ele, a ditadura militar utilizou argumento semelhante ao substituir a Constituição e impor um regime autoritário.
O vice-presidente afirmou que o Brasil não precisa de uma nova Constituição, mas sim de reformas como: reforma do Judiciário, incluindo mandatos para ministros; medidas contra supersalários e privilégios; e reforma política com o fim do fundo eleitoral partidário.
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“Mal terminou o primeiro turno das eleições e eles já estão falando em mudar a Constituição para redemocratizar o Brasil. A ditadura falava a mesma coisa quando mandou trocar a Constituição e impôs uma nova totalmente autoritária. Nós não precisamos disso. O Brasil precisa da reforma do Judiciário para estabelecer mandatos para os ministros e uma emenda dura para acabar de vez com os supersalários e os privilégios”, disse o Dr. Gê.
“E de reforma política para acabar com o fundo eleitoral partidário. Não sei se vocês sabiam disso, mas Flávio Bolsonaro votou quatro vezes a favor do fundão eleitoral enquanto ele era senador”, detonou.
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Flávio Bolsonaro tem defendido mudanças constitucionais, citando propostas como:
- redução da maioridade penal;
- reforma do Judiciário;
- fim da reeleição;
- alterações em pontos da reforma tributária.
O candidato do PL também fez críticas ao STF, afirmando que as instituições precisam voltar a ser respeitadas e defendendo o que chama de “redemocratização” do Brasil.
Flávio Bolsonaro declarou acreditar que, se eleito, poderá permanecer “por décadas no poder” ao lado de seu pai, Jair Bolsonaro.







