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Alexandre de Moraes autoriza cirurgia de Bolsonaro, mas nega prisão domiciliar

Autorização médica ocorre em meio à pressão política

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
Alexandre de Moraes e Jair Bolsonaro – Reprodução Youtube/Instagram

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passe por um procedimento cirúrgico. A decisão foi tomada após solicitação da defesa, que agora deverá informar oficialmente a data pretendida para a realização da cirurgia, seguindo os protocolos determinados pela Justiça.

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O estado de saúde de Bolsonaro vinha sendo citado com frequência por aliados e advogados, especialmente após laudos médicos apontarem a necessidade de intervenção cirúrgica. Mesmo assim, a autorização ocorreu de forma pontual e não alterou a situação jurídica do ex-presidente.

Cirurgia liberada, pedido negado

Na mesma decisão, Alexandre de Moraes rejeitou o pedido para que Bolsonaro fosse transferido para a prisão domiciliar. A defesa argumentava que o ex-presidente precisaria de cuidados especiais fora do sistema prisional, mas o ministro entendeu que não há, até o momento, justificativa legal para a mudança de regime.

Defesa insiste em medidas alternativas

Os advogados de Bolsonaro sustentam que a condição de saúde do ex-presidente exige atenção constante e avaliam novas estratégias jurídicas após a negativa da domiciliar. A autorização para a cirurgia, no entanto, foi vista como um avanço parcial, já que permite o tratamento necessário sem flexibilizar o cumprimento da pena.

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Repercussão entre aliados e críticos

A decisão dividiu opiniões. Aliados do ex-presidente afirmam que a negativa da prisão domiciliar ignora fatores humanitários, enquanto críticos avaliam que o STF mantém coerência ao separar questões médicas de benefícios jurídicos.

Cenário segue indefinido

Com a data da cirurgia ainda pendente de definição, Bolsonaro permanece sob custódia, seguindo as regras estabelecidas pela Justiça. O caso continua sendo acompanhado de perto por lideranças políticas, já que envolve não apenas a saúde do ex-presidente, mas também debates jurídicos e institucionais de grande repercussão nacional.

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Joaquim Mamede
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Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
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