
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, está em dúvida sobre seu futuro político. Ela aguarda uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para definir se deixa a Rede Sustentabilidade e retorna ao PT, ou a outro partido da base aliada, já que ela deseja concorrer a uma vaga no Senado nas eleições deste ano.
O movimento ganha força diante da disputa interna na Rede, agora comandada pelo grupo da deputada Heloisa Helena. Mas a decisão de Marina depende também do destino do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
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Essa movimentação de Marina acontece após Lula e Haddad terem um almoço de mais de três horas na última quarta-feira.
Segundo um aliado, o presidente foi ao encontro decidido a “ir para cima” de Haddad para convencê-lo a concorrer ao governo de São Paulo. A alternativa seria uma candidatura ao Senado, mas Haddad tem afirmado que não quer ser candidato em outubro.
A possível volta de Marina ao PT faz parte de uma estratégia maior: montar um palanque forte para Lula no maior colégio eleitoral do País, São Paulo.
Inclusive, faz parte dessa estratégia Haddad na corrida ao governo paulista, com Simone Tebet e Marina concorrendo ao Senado por São Paulo. Além do PT, Marina também tem sido sondada pelo PSOL e pelo PSB.
No entanto, Marina já deixou claro que não aceita disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, como sugerem alguns setores petistas. A pessoas próximas, ela tem dito que, se esta for a única opção na mesa, prefere não disputar a eleição deste ano.
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