
Augusto Cury, grande escritor brasileiro e que foi derrotado no primeiro turno das Eleições pelo Avante, disse na noite de domingo, 04 de outubro, que não vai apoiar nenhum candidato à Presidência da República no segundo turno das eleições.
Em coletiva à imprensa, Augusto Cury afirmou que manterá silêncio sobre o pleito. “Os dois candidatos, se quiserem aproveitar nossas propostas, elas estão disponíveis para serem aproveitadas“, disse. “Eu me silencio completamente em relação aqueles que estarão no segundo turno“, afirmou à imprensa.
De acordo com apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno no próximo dia 25 de outubro. Vale lembrar que Cury teve 3.448.569 milhões de votos – ou seja 2,89% dos votos da nação brasileira.
Leia também: Jair Bolsonaro é impedido de votar em Flávio nas Eleições 2026
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro venceu o primeiro turno com 56.104.503 votos que vale 47,03% e Lula obteve 53.879.538 votos que representam 45,16%.
No entanto, o presidenciável ressaltou que ‘ninguém está autorizado’ a usar o nome dele e de seu candidato a vice-presidente, Júlio Delgado (Avante), para demonstrar apoio ‘a qualquer um dos candidatos’.
Leia também: Marina Ruy Barbosa nega envolvimento com Daniel Vorcaro
Cury ainda disse que não vê propostas consistentes por parte dos dois nomes que vão ao segundo turno. Também acusou o petista de querer o quarto mandato e disse que Flávio quer ‘resolver o 8 de janeiro’, em relação aos ataques aos Três Poderes, em 2022.
Ele ainda destacou que não vai continuar na política e que pretende se dedicar a projetos internacionais que tenham impacto para a sociedade. “Hoje, não vou continuar na política. Tenho convicção que não continuarei. Fico muito triste que a polarização vai continuar, mas respeito a decisão das pessoas“, disse ele. “Provavelmente não vou voltar para a política“, reforçou.
Leia também: Flávio Bolsonaro celebra vitória no 1° turno e diz que o Brasil deseja mudança
“Eu não quero ser ministro de nenhum governo, tenho vários projetos, mas estaria aberto para ser uma espécie de professor e conselheiro, sem participação em nenhum governo. Mas vou me silenciar aos dois de segundo turno“, finalizou.







