
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, resolveu voltar mais cedo para Brasília para botar ordem na casa, após “farra” de Toffoli envolvendo o Banco Master.
Ele voltou com o objetivo de gerenciar os impactos da crise do banco Master na imagem do tribunal, como informa o blog de Ana Flor da GloboNews. Fachin tem buscado os demais ministros, segundo a jornalista, para falar sobre Toffoli.
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Ele retornou à capital federal das férias na noite desta segunda (19), onde já teve reuniões e fez telefonemas. Nesta terça (20), ele voa para São Luís (MA), onde se reunirá com o ministro Flávio Dino. “O ponto central das discussões é a manutenção do ministro Dias Toffoli à frente do inquérito do Caso Master”, segundo a jornalista. A situação vai “feder” nos próximos dias.
Fachin volta ao STF para consertar situação de Toffoli
Decisões estranhas do ministro Toffoli geraram reações na Polícia Federal, PGR e até nas defesas dos investigados. Ele só voltaria mais tarde, pois a abertura do ano Judiciário será em 2 de fevereiro, mas o idoso perdeu a paciência e arrumou as malas.
No sábado (17), a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) expôs uma nota pública declarando que as decisões de Toffoli sobre o caso do Banco Master são uma afronta.
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“No caso em referência, contudo, há notícias de que decisões judiciais vêm determinando a realização de acareações, prazos exíguos para buscas e apreensões, bem como para inquirições, à margem do planejamento investigativo estabelecido pela autoridade policial“, disparou a polícia.
“Ademais, registra-se a existência de determinações judiciais relativas à lacração de objetos apreendidos, ao encaminhamento de materiais para outros órgãos e, ainda, à escolha nominal de peritos para a realização de exames periciais, providências que destoam dos protocolos institucionais da Polícia Federal“, prosseguiu a associação.
TOFFOLI SE RECUSA EM CASO MASTER
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