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Bolsonaro ou bolsonarismo, quem tem mais força?

Peso do ex-presidente é avaliado

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
Bolsonaro (Lula Marques/Agência Brasil)
Bolsonaro (Lula Marques/Agência Brasil)

A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro continua movimentando os bastidores políticos e aquecendo os debates eleitorais. A força de Bolsonaro e a força do bolsonarismo hoje se equivalem, criando um cenário de impacto imprevisível para os próximos meses, de acordo com o colunista de VEJA e especialista em opinião pública Mauro Paulino.

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Em entrevista ao Ponto de Vista, Paulino afirmou que a imagem pessoal do ex-presidente e a marca política construída por ele ao longo dos últimos anos seguem extremamente mobilizadoras, principalmente nas redes sociais, onde seu movimento permanece ativo e numeroso. “Eu acho que são equivalentes tanto a imagem pessoal de Bolsonaro quanto a marca que ele criou”, analisou.

Por que a prisão não gerou convulsão social?

Segundo o analista, o bolsonarismo desenvolveu características próprias que conversam diretamente com uma fatia expressiva do eleitorado — e essa conexão se mantém mesmo sem a presença física do ex-presidente. Esse fenômeno ajuda a explicar por que a prisão, embora histórica, não resultou na convulsão social prevista por setores mais radicais.

Paulino ressaltou ainda que o país segue profundamente dividido sobre a situação judicial de Bolsonaro. De um lado, há quem apoie a concessão de prisão domiciliar; de outro, muitos defendem o cumprimento integral da pena, sem qualquer flexibilização.

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Equilíbrio de forças mantém disputa acirrada

Para o colunista, esse equilíbrio interno impede conclusões definitivas sobre os efeitos eleitorais da prisão.
“Não dá para dizer que uma decisão em favor da prisão domiciliar vá prejudicar ou beneficiar claramente um dos lados”, explicou.

A avaliação reforça que o ambiente político deve permanecer polarizado e competitivo, em um cenário muito parecido com o de 2022 — e que promete novas tensões conforme o período eleitoral se aproxima.

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Joaquim Mamede
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Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
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