
Em entrevista na estreia do novo programa de Datena nesta segunda (23), o ministro Guilherme Boulos detonou o atual modelo de aplicativos de transporte.
Ele classificou como inaceitável o modelo atual, pois as empresas não trocam um pneu e ficam com 50% do lucro do trabalhador. Para ele, é preciso determinar um percentual fixo que as empresas devem repassar aos trabalhadores.
“A empresa só faz a intermediação tecnológica. Liga o passageiro ao motorista, faz a gestão de um aplicativo, ela não troca um pneu, não tem um carro, não dirige, e de cada viagem ela fica com 50% do lucro do trabalhador. Isso é inaceitável”, detonou.
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Boulos é duro sobre aplicativos de transporte
Segundo o ministro, a situação se estende aos entregadores de aplicativos. O ministério de Boulos anunciou a criação de um grupo de trabalho para criar propostas de regulação trabalhista para a classe.
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Ele também comentou sobre os protestos de indígenas contra hidrovias anunciadas por Lula. “Eu tenho defendido que o governo atenda a pauta indígena e eu acho que tem possibilidade real disso acontecer. Eu acredito que hoje vamos ter notícias boas sobre isso”, revelou Boulos.
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Ao ser pressionado por Datena sobre uma medida mais efetiva, como a revogação do decreto, o político declarou que a decisão ainda será debatida com outros ministérios envolvidos no projeto. “Esse decreto foi publicado antes de eu entrar no governo, mas te adianto que a minha defesa é que a gente consiga atender à reivindicação deles que é justa e necessária”, disparou.
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