
O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, teve que agir e intermediar com os trabalhadores do transporte rodoviário, e conseguir o cancelamento da greve dos caminhoneiros.
O ministro impediu, como informa a Revista Fórum, o uso eleitoreiro do grupo e aproximou o governo dos profissionais de frete, que já estiveram ligados a Jair Bolsonaro (PL) em 2018 e em 2022.
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A equipe de Boulos ouviu as demandas dos trabalhadores, enquanto a Polícia Federal intensificou a ação contra especuladores, principalmente empresários e distribuidoras, com mais de 400 operações contra aumentos abusivos dos preços nos postos.
O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto levou a principal demanda dos motoristas ao gabinete do presidente Lula.
Boulos contém os ânimos
Boulos informou que o governo Lula assinou uma Medida Provisória que endurece a fiscalização do piso do frete porque segundo ele tem muito empresário “malandro” neste país e eles não estavam pagando o piso do frete dos caminhoneiros. Ele puxou a sardinha para a greve de 2018, chamando de “histórica”, onde foi estabelecido que cada caminhoneiro autônomo tem que receber o piso. “E eles estavam burlando isso”, revelou Boulos na Rádio Nacional nesta sexta (20).
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Contudo, as negociações continuam. Uma reunião com a categoria ocorrerá na próxima quarta-feira (25), conduzida Guilherme, que recebeu o aval dos caminhoneiros nesta quinta-feira (19), com o cancelamento da paralização.
“É uma Medida Provisória que a gente ficou muito feliz”, disse Luciano Santos, líder dos caminhoneiros ex-aliado de Bolsonaro.
“Desde 2018 que não tinha nada parecido, o governo se preocupou. Para a gente, não existe partido ou político de estimação. Seja A ou seja B, seja Lula, Bolsonaro, Ciro, quem estiver lá a gente vai respeitar. E, felizmente, está sendo atendido hoje. O governo que está no poder está atendendo nossa categoria”, finalizou.
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