Campanha de Flávio se revolta após TSE liberar “Exército de Lula”

Fake news na mira: campanha de candidato do PL acusa canal de favorecer atual presidente e questiona decisão judicial

Lívia
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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Lula e Flávio Bolsonaro
Lula e Flávio Bolsonaro. Fotos: Reprodução/Band/Globo/Montagem Área VIP

Nesse último domingo (11/10), a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) criticou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Isso porque o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu provisoriamente o canal de WhatsApp “Exército do Lula“. O grupo foi criado pelo deputado André Janones (Rede-MG).

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Campanha de Flávio Bolsonaro critica decisão do TSE sobre canal ligado a Lula

Em nota à imprensa, a equipe de Flávio classificou a decisão como um “claro atropelo“. Além disso, acusou o canal de divulgar informações falsas e orientar seguidores a driblar os mecanismos de fiscalização eleitoral.

“É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake news a favor de Lula.”, afirmou o comunicado.

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TSE diverge sobre suspensão do “Exército” do petista

Anteriormente, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, havia determinado a suspensão do canal. No entanto, Cueva reverteu provisoriamente essa medida e encaminhou o caso para análise do plenário do tribunal. Este formado pelos ministros que poderão avaliar a questão de forma colegiada. Na prática, a liberação é temporária e não representa uma decisão definitiva sobre o caso.

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Campanha questiona divisão de responsabilidades

Em seguida, a equipe de Flávio também argumentou que existem processos diferentes em análise. De acordo com a nota, cabe à Presidência do TSE fiscalizar o plano de conformidade firmado entre a Justiça Eleitoral e as plataformas digitais, enquanto a Corregedoria-Geral Eleitoral analisa possíveis abusos de poder.

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“Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas.”, declarou a equipe.

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TSE atende denúncia de candidato do PL e toma decisão sobre canal pró-Lula

Anteriormente presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou que a empresa “Meta” suspendesse o… leia mais.

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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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