
Carlos Bolsonaro (PL) voltou a usar as redes sociais para declarar que seu pai, Jair Messias Bolsonaro, foi declarado inelegível e paga por crimes sem ter os cometidos. Ele ainda aproveitou para dizer que, os mesmos atos feitos por Jair foram utilizados por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Deste modo, Carlos Bolsonaro diz que Lula deve ser declarado inelegível igual seu pai e cobrou a imprensa e Justiça que estão deixando de lado o assunto, sem fazer comparações.
“Jair Bolsonaro foi declarado inelegível sob acusações de abuso de poder econômico ao subir num carro de som no 7 de setembro. Enquanto isso, Lula faz hoje o que merecia ser submetido aos mesmos critérios de fiscalização e julgamento, visto que o filho da organização chega a gastar cerca de R$ 500 bilhões de reais extraordinários do erário em período eleitoral. E onde está a imprensa e os órgãos fiscalizadores para fazer um mínimo de comparação? Como se precisasse…“, publicou.
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“O objetivo não é apenas calar @jairbolsonaro, mas apagar sua história, seu legado e tudo o que ele representa para milhões de brasileiros. Só que existe um detalhe que parecem esquecer: O POVO! Dia 25 é Presidente @FlavioBolsonaro 22 ou o país se esvairá de vez!“, encerrou Carlos nas redes sociais.
Jair Bolsonaro foi declarado inelegível sob acusações de abuso de poder econômico ao subir num carro de som no 7 de setembro. Enquanto isso, Lula faz hoje o que merecia ser submetido aos mesmos critérios de fiscalização e julgamento, visto que o filho da organização chega a…
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) October 16, 2026
Jair Bolsonaro inelegível por 8 anos!
Por maioria de votos (5 a 2), o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou a inelegibilidade do ex-presidente da República Jair Bolsonaro por oito anos, contados a partir das Eleições 2022. Ficou reconhecida a prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros no dia 18 de julho do ano passado.
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Walter Braga Netto, que compôs a chapa de Bolsonaro à reeleição, foi excluído da sanção, uma vez que não ficou demonstrada sua responsabilidade na conduta. Nesse ponto, a decisão foi unânime.
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