
O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) rebateu a sindicância do Ministro Alexandre de Moraes a respeito de Bolsonaro.
Isso porque José Hiran da Silva Gallo, presidente do órgão, abriu sindicância para investigar a suposta falta de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro quando caiu e bateu a cabeça.
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O médico disse que “jamais pretendeu exercer qualquer competência correicional em relação à Polícia Federal”. Moraes ordenou que o elemento preste depoimento à Polícia Federal em até 10 dias. Gallo rebateu e disse que não há “justa causa” para o depoimento, dizendo que a sindicância é um instrumento legítimo para garantir a assistência médica a Jair.
Presidente do CFM rebate Moraes
“O Conselho Federal de Medicina adotou o procedimento previsto na legislação de regência, promovendo os encaminhamentos administrativos cabíveis, sempre sem qualquer juízo antecipado sobre os fatos”, declara o CFM. De acordo com o conselho, foram recebidas mais de 40 denúncias formais a respeito do tombo de Bolsonaro.
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“À vista do exposto, o Conselho Federal de Medicina submete, respeitosamente, à elevada apreciação de Vossa Excelência os esclarecimentos ora prestados, que delineiam o contexto fático, jurídico e administrativo da atuação institucional, evidenciando a inexistência de justa causa para oitiva perante a Polícia Federal, reafirmando seu compromisso permanente com a observância das determinações emanadas do Poder Judiciário, em consonância com o princípio da harmonia entre os Poderes da República”, finalizou.
Bolsonaro foi para o hospital nesta quarta (7), contudo retornou à prisão no dia depois. A ex-primeira-dama Michelle e outros apoiadores criticaram a demora em autorizar transporte ao hospital e a falta de resposta imediata do ministro. No ocorrido, contudo, o ex-presidente não acionou o protocolo de emergência e nem ajuda à polícia, e só pediu auxílio médico por insistência de Michelle durante visita.
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