
Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na eleição presidencial de 2026, afirmou que fará um posicionamento sobre o segundo turno após conversar pessoalmente com pessoas que considera importantes.
Apesar da expectativa, ele ainda não declarou apoio nem a Lula (PT) nem a Flávio Bolsonaro (PL).
“Eu preciso conversar olho no olho com quem eu tenho de conversar. E será breve”, disse.
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Dias antes, Cury havia dito que permaneceria em silêncio e se afastaria da política, mas agora sinaliza que pretende se pronunciar após um período de reflexão.
Na eleição, Cury recebeu 3.448.569 votos, equivalentes a 2,89% dos votos válidos, ficando atrás dos dois candidatos que avançaram ao segundo turno.
A diferença entre Flávio Bolsonaro e Lula no primeiro turno foi de 2.227.651 votos, o que torna relevante o posicionamento dos eleitores de Cury. Ao justificar sua cautela, Cury pediu paciência aos apoiadores e criticou o que chamou de “guerra de ódios” na política, defendendo um debate centrado em propostas.
Entre os temas que pretende enfatizar estão:
- educação;
- saúde;
- proteção de mulheres e crianças.
Na área da educação, ele defendeu mudanças para formar pessoas mais críticas e capazes de pensar por conta própria, em vez de apenas reproduzir informações. “Por favor, tenham paciência”, disse.
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“Eu plantei sementes nesta eleição presidencial, e sementes são projetos, como o da pacificação, do fim da reeleição, do semipresidencialismo, do mandato de 8 anos para ministros do STF, da revolução da saúde pela telemedicina, de uma escola em tempo integral, de financiar menos 10 milhões de microempresas, de dobrar a produção de alimentos, de revolucionar o semiárido, de abraçar as comunidades, da responsabilidade fiscal para termos juros muito mais baixos do que estão hoje!”, comentou.







