
A defesa de Jair Bolsonaro pediu nesta terça (13) a Alexandre de Moraes do STF que dê prisão domiciliar ao ex-presidente antes que “cause a morte” do mesmo.
Tudo após o tombo que o idoso teve na cela. Eles afirmaram que “não se pode contar com sorte” para garantir a vida do político. No pedido, a defesa declara que o direito à saúde pede prevenção perante riscos “conhecidos e documentados“.
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Para os agentes da lei, “não se exige que o sistema prisional cause a morte ou lesão irreversível do custodiado para que se reconheça sua incompatibilidade com o cárcere”. Os advogados declararam que o tombo na verdade foi uma síncope, caiu, sofreu traumatismo craniano e apenas não teve consequências piores por fatores “aleatórios”. O laudo de fisioterapeuta em anexo declara que ele “não consegue se firmar sozinho”.
Defesa defende prisão domiciliar para Bolsonaro
“A execução penal, sobretudo quando envolve pessoa idosa e clinicamente vulnerável, não pode se estruturar sobre a expectativa de que a sorte continue a intervir”, continua a nota. Os doutores reiteram que “o que está em causa, portanto, não é a suficiência de equipamentos ou adaptações arquitetônicas, mas a impossibilidade estrutural do cárcere de oferecer assistência humana contínua”, situação que consideram vital para preservar a integridade do político.
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Os profissionais também colocaram relatório médico que relaciona o quadro atual a patologias crônicas do atentado de 2018. O texto diz que há “vulnerabilidade clínica permanente, com risco concreto de quedas, confusão mental, episódios súbitos de descompensação cardiovascular, crises hipertensivas, eventos aspirativos, obstruções intestinais e traumatismos secundários”.
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