
Um grupo de 47 deputados federais protocolou nesta quinta-feira (26) uma representação na Procuradoria-Geral da República solicitando a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
O documento, assinado pela deputada Rosangela Moro (União-SP) e parlamentares de partidos como PL, Republicanos, PSD, PP e União Brasil, pede ainda a inclusão do nome do filho do presidente Lula na difusão vermelha da Interpol e o início de processo de extradição junto à Espanha.
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Lulinha é apontado como sócio oculto de “Careca do INSS” com mesada de R$ 300 mil
A representação sustenta que Lulinha atuava como sócio oculto de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como operador financeiro de um esquema de fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social. A linha de investigação foi revelada pela coluna de Andreza Matais no Metrópoles.
De acordo com o documento, o filho do presidente teria recebido uma mesada de aproximadamente R$ 300 mil mensais para blindar o grupo criminoso junto ao alto escalão do governo federal. Os valores, segundo os parlamentares, seriam oriundos de propinas pagas por associações envolvidas no esquema.
“Conforme relatórios fazendários e depoimentos colhidos no final de 2025, principalmente o depoimento de Edson Claro, o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’, seria o operador financeiro do esquema. Indícios apontam que o ora representado, Fábio Luís Lula da Silva, atuaria como sócio oculto do Careca, recebendo uma mesada mensal de aproximadamente R$ 300 mil para viabilizar e proteger os interesses do grupo junto à cúpula do governo federal”, diz trecho da representação.
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