
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, em exílio nos EUA, afirmou hoje (16) que seu irmão, Flávio Bolsonaro, corre risco de atentado devido à pré-candidatura à Presidência. Ele disse que “cada vez mais vai valer a pena assassiná-lo” e que uma eventual morte entregaria a eleição “de bandeja” a Lula.
Eduardo mencionou casos de violência política, como o assassinato de Miguel Uribe na Colômbia, Fernando Villavicencio no Equador, além da facada contra Jair Bolsonaro em 2018 e o atentado contra Donald Trump em 2024.
Ele atribuiu à esquerda o incentivo à violência política e disse que o PT estaria usando como “bala de prata” a ligação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Eduardo comentou sobre reportagens que apontam financiamento de quase US$ 24 milhões para a cinebiografia de Jair Bolsonaro, envolvendo Daniel Vorcaro e Paulo Calixto. Ele classificou a operação como “mero investimento” e negou irregularidades.
+ Cauã Reymond choca ao mostrar flexibilidade: “Dei zoom”
Eduardo negou também que um imóvel em Arlington tenha sido comprado para ele com recursos de Vorcaro, afirmando morar de aluguel. O imóvel pertence a André Porciúncula, aliado do ex-deputado. Ele relatou ter chamado a polícia após a visita de um repórter do Intercept à sua residência em Southlake, nos EUA, em maio de 2026.
“Eu acho que o Flávio tem que tomar muito cuidado com a segurança dele. Cada vez mais vai valer mais a pena assassiná-lo, porque, se tirar Flávio, quem é que resta?”, disparou em entrevista à Rede Comunica Brasil.
+ Michelle faz condição para entrar na campanha de Flávio
O ex-deputado falou que uma eventual morte do rapaz deixaria a disputa “entregue de bandeja” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele nomeou Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) como nomes da oposição pouco conhecidos do povo.
“A gente tem que conhecer contra quem a gente está lutando. Porque já assassinaram o líder da direita lá na Colômbia, o Miguel Uribe Turbay; o Fernando Villavicencio, no Equador. Facada no Bolsonaro, tiro no Trump. E é sempre quem? É sempre alguém de direita. Eu acho que o Flávio tem que tomar muito cuidado com a segurança dele. Cada vez mais vai valer mais a pena assassiná-lo, porque, se tirar Flávio, quem é que resta?”, disparou em tom preocupante.
MICHELLE BOLSONARO DESABAFA APÓS SUPOSTOS ATAQUES DE FLÁVIO: “LIXO”
Uma amiga de Michelle Bolsonaro afirmou que eles contrataram “blogueiros” para atacá-la nas redes sociais, ampliando o racha dentro da família e da extrema direita… LEIA MAIS!






