
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro – do PL – Partido Liberal – de São Paulo, detonou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Eduardo fez um comparativo com ação similar sofrida pela ex-presidenta Dilma Rousseff, hoje presidenta do banco dos BRICS na China.
Ele reagiu com ódio contra Xandão depois do avanço das investigações que podem deixá-lo inelegível. Em postagem nas redes sociais, ele acusou o juiz de perseguição política, disse que suas contas bancárias foram bloqueadas e comparou sua situação com o golpe sofrido por Dilma Rousseff.
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Em postagem nas redes sociais nesta terça (24), Eduardo declarou que Moraes tenta “asfixiá-lo financeiramente” e prejudicar o sustento de sua família. Também disse que, caso seja sentenciado por improbidade administrativa, poderá ficar inelegível por 8 invernos — situação que classificou como uma tentativa de retirá-lo da política.
Eduardo Bolsonaro vai para cima de Moraes
“A questão é clara: se eu fosse condenado por improbidade administrativa, ao contrário do que ocorreu com Dilma Rousseff, ficaria inelegível por 8 anos. Portanto, a intenção é evidente: retirar-me da vida política”, disse ele. Isso porque na época o Supremo ratificou o impeachment de Dilma mas preservou seus direitos políticos.
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A crítica de Eduardo Bolsonaro, que vive com a família nos Estados Unidos da América, ocorre em meio ao agravamento de sua situação com a administração e o judiciário, por conta de decisões recentes que aumentam o alcance das investigações contra o filho de Jair Messias. Na segunda (23), Moraes usou provas da PF sobre seu abandono de cargo, já que ele é escrivão da PF mas segue no país do Mickey.
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