
Após a segunda etapa da operação ‘Unha e Carne’ cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Rodrigo Bacellar (União) e aliados, o prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) se pronunciou sobre o caso pela primeira vez desde a prisão do presidente afastado da Alerj.
Rodrigo Bacellar pede licença do mandato e adia a renúncia
Paes relembrou um episódio de mais de um ano atrás e disse: “eu avisei”. Na ocasião, ele acusou a Assembleia Legislativa de tentar “extorquir” o governador Cláudio Castro (PL), e Bacellar respondeu chamando-o de “vagabundo” durante uma sessão plenária.
O prefeito afirmou que a “cosa nostra” da Assembleia iria “se agitar” e acrescentou que “eles sabem a que me refiro”, sem detalhar. O post é datado de outubro de 2024.
Confira o post:
A nova etapa da operação foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (13) e cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao presidente afastado da Alerj.
A investigação apura o vazamento de informações sigilosas que teriam beneficiado integrantes do Comando Vermelho. As apurações ocasionaram na prisão de Bacellar, que foi solto por votação dos deputados da Alerj, mas permanece afastado da presidência.
Alerj decide soltar Rodrigo Bacellar, acusado de vazar operação da PF
Ainda hoje, o ex-governador Garotinho (REP) acusou Bacellar de montar uma organização criminosa na Assembleia Legislativa em depoimento à CPI do C.
A partir de conversas interceptadas no celular do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj),, a Polícia Federal (PF) indica que há uma estreita relação de amizade entre o político e o desembargador Macário Ramos Judice Neto, preso nesta terça-feira.
A PF acredita que Neto tenha vazado informações sigilosas para Bacellar sobre a operação que prendeu o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silvas, o TH Jóias, dentro de uma ação da qual Neto era relator.






