
A direita amanheceu em clima de tensão neste domingo (1º), dia marcado por novos protestos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros do Supremo Tribunal Federal. Em meio à turbulência, o ex-presidente Jair Bolsonaro surpreendeu ao divulgar uma carta manuscrita pedindo o fim dos ataques direcionados à esposa, Michelle Bolsonaro, e clamando por “união” dentro de seu próprio campo político.
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Racha envolvendo Eduardo e Nikolas
O pedido de pacificação acontece após dias de desgaste público. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro teria se irritado com a aproximação entre Michelle e o deputado Nikolas Ferreira, acusando ambos de “amnésia” por não priorizarem o irmão, Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. Em resposta, Nikolas afirmou que Eduardo “não está bem” e que, mesmo diante da crise, o ex-deputado estaria mais focado em atacá-lo do que em buscar unidade.
Michelle no centro das disputas
A tensão se intensificou quando o comunicador Allan dos Santos, aliado de longa data e atualmente foragido, acusou Michelle de favorecer uma possível candidatura de Tarcísio de Freitas em vez de apoiar Flávio. O clima ficou tão pesado que a ex-primeira-dama virou alvo de críticas vindas de dentro do próprio núcleo bolsonarista.
Carta pede trégua e repreende aliados
Na carta, Bolsonaro lamenta “críticas da própria direita” contra colegas e contra Michelle. Ele reforça que pediu para que a esposa só se envolvesse ativamente na política após março, mencionando cuidados com a filha Laura — recém-operada — e apoio ao próprio ex-presidente. Bolsonaro faz ainda um apelo direto: disputas internas não devem ocorrer por pressão, e sim por diálogo.
Apelo final
Encerrando a carta, Bolsonaro afirma que “da união depende o futuro do Brasil”, deixando claro que vê o fogo amigo como a maior ameaça ao seu grupo político no momento.
Confira a carta na íntegra:
“Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores — Deus, pátria, família e liberdade — para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa.
A Michelle, pedi para só se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados à minha pessoa.
Numa campanha majoritária, bem como nas cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados.
Meu muito obrigado a todos pelo carinho e consideração.
Da nossa união, o futuro do Brasil.”
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