
A deputada do PL – Partido Liberal – Fabiana Bolsonaro transformou sessão de Plenário em um ato grotesco ao pintar o rosto de marrom e fazer comentários preconceituosos nesta quarta (18).
Ao pintar o rosto de marrom a deputada disse ser branca e declarou que o ato era um protesto contra a escolha de Erika Hilton para comandar a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara.
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“Eu quero saber o seguinte, vocês estão vendo? Eu sou uma mulher branca. Eu tive os privilégios de uma pessoa branca em todo o decorrer da minha vida. Agora, aos 32 anos, decido me maquiar, me travestir como uma pessoa negra. E agora, virei negra?”, disparou.
Contudo, a beldade se autodeclarou parda nas eleições de 2022. Fabiana fez a autodeclaração à Justiça Eleitoral. O ato foi confirmado pelo UOL no DivulgaCand, plataforma do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que expõe dados sobre os candidatos. No campo “Cor/Raça” sobre a então candidata, surge “Parda”.
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Fabiana Bolsonaro recebeu dinheiro do fundo para negros
Ela também é alvo de pedidos de cassação no Conselho de Ética da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) por realizar “blackface” e fazer comentários transfóbicos contra a deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP).

Buscada pelo UOL, a deputada diz que não vê irregularidade em sua candidatura e que não há ilegalidade em sua autodeclaração como parda. Ela desmentiu ter feito “blackface” e definiu as acusações de “mentira deliberada”.
Fabiana recebeu dinheiro do Fundo Eleitoral para negros. Dados da prestação de contas mostram repasse R$ 1.593,33 por cota. A deputada estadual Mônica Seixas (PSOL) solicitou ao TSE a cassação da deputada por fraude à cota racial.
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