Fim do serviço? Ministro de Lula bate de frente com Uber: “Nenhuma empresa americana vai nos intimidar”

Ministro de Lula parte para o ataque contra gigante americana

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Lula e Uber (Redes sociais)
Lula e Uber (Redes sociais)

Um ministro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu de frente com a Uber, serviço de motoristas por aplicativo, nesta terça-feira (31).

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Isso porque o ministro da Secretaria-geral da Presidência, Guilherme Boulos, revelou que foi processado pela empresa que agora tentaria calá-lo após falas contundentes nas últimas semanas. Ele subiu o tom contra a empresa depois de ganhar uma notificação extrajudicial da marca em seu escritório no Palácio do Planalto.

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Em vídeo exposto nas redes sociais nesta terça (31), Guilherme acusou a marca de tentar intimidar o governo federal, diante do avanço de propostas de regulação do trabalho por aplicativos. “Olha o que eu acabei de receber aqui no meu gabinete: uma notificação extrajudicial da Uber. Ameaçando processo, inclusive”, disparou o político.

Boulos critica aplicativo

Em seguida, ele detonou que não tem nenhuma empresa norte-americana, estrangeira, de onde quer que seja, que vai intimidar o trabalho do governo do presidente Lula, chegar aqui e dizer o que o Brasil tem que fazer.

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A reação do líder do Movimento dos trabalhadores Sem Teto (MTST) ocorre após a empresa indagar sobre falas do político em entrevistas e vídeos recentes, onde ele detona a atuação das plataformas.

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A Uber diz que as falas do ministro extrapolam os limites da liberdade de expressão ao insinuarem práticas potencialmente ilícitas sem mostra de provas. A empresa pede que o professor apresente evidências para dar lastro a suas declarações e que deixe de expor informações inverídicas.

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Um corretor fica com cerca de 6%. A Uber fica com 30%, 40%, 50% só por fazer intermediação tecnológica. Isso é um escândalo”, disse Boulos recentemente, o que teria motivado o processo.

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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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