
Durante a noite desse último domingo (18/10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se enfrentaram em um debate na Band. Na ocasião, os candidatos trocaram acusações sobre segurança pública e relações com os Estados Unidos (EUA). Inclusive, o confronto envolveu o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV).
PCC, CV e Trump: Lula e Flávio trocam acusações e elevam o tom na Band
Logo a princípio, Lula questionou a atuação de Flávio nos Estados Unidos. Além disso, ele levantou dúvidas sobre o acesso norte-americano a minerais críticos e terras raras brasileiras. Estes são usados na produção de baterias, chips e celulares.
Em seguida Flávio, por sua vez, negou ter trabalhado para impor tarifas a empresas brasileiras. De acordo com o parlamentar, ele viajou aos EUA para defender produtos nacionais.
++ Nikolas debocha das promessas de Lula: “Tá desesperado, tadinho”
Na sequência, o filho de Bolsonaro acusou o petista de tentar impedir a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. “Ele foi para lá para defender CV e PCC, pelo amor de Deus!“, disparou o político.
🚨AGORA: Flávio (PL) responde Lula (PT) sobre relação com os EUA:
"Eu fui até os EUA para defender as empresas brasileiras, mas ele [Lula] foi para lá para defender CV e PCC, pelo amor de Deus". #DebateNaBand pic.twitter.com/eft40mLOR7
— Meio Independente (@meioindep) October 19, 2026
Candidato promete incluir Brasil no Escudo das Américas
Logo depois, Flávio defendeu que o Brasil integre a iniciativa de cooperação regional criada pelo governo de Donald Trump, caso vença a eleição. Segundo ele, o Escudo das Américas prevê compartilhamento de informações entre países e medidas para enfraquecer financeiramente organizações criminosas. O senador também propôs usar as Forças Armadas para reforçar as fronteiras.
++ Flávio fala sobre fim da escala 6×1: “Vai continua sendo assaltado”
O grupo reúne países que cooperam no combate ao narcotráfico e ao crime organizado. O Brasil não foi convidado a integrar a iniciativa durante o governo Lula. Inclusive, no governo atual, há preocupação de que a aliança envolva interesses estratégicos.
Leia também: Lula faz apelo para Cleitinho “ficar quietinho”







