
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, contestou uma análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Corte não identificou notícias falsas específicas no canal “Exército do Lula“, criado no WhatsApp pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
Flávio Bolsonaro contesta análise do TSE sobre canal “Exército do Lula”
De acordo com a equipe do senador, a exclusão de publicações dificultou a verificação do conteúdo. “O canal de WhatsApp ‘Exército do Lula’, utilizado para difusão em massa também de conteúdo abertamente desinformativo, conservava a estratégia de apagar sistematicamente comandos e os conteúdos disparados.“, afirmou a campanha.
Em suma, a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) realizou a análise técnica a pedido do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. No parecer, a equipe ressaltou que algumas publicações desapareceram antes da checagem e que não conseguiu transcrever integralmente determinados vídeos.
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Além disso, a equipe de Flávio questionou o uso de comandos acompanhados de links. “O falso está no link, e não no comando”, argumentou.
Janones reage à polêmica e agradece ao candidato do PL por efeito inesperado
No domingo (11/10), Nunes Marques determinou a derrubada do canal. Entretanto, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o funcionamento. Este último ainda determinou que o caso seja analisado pelo plenário do TSE.
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Enquanto a discussão repercutia, Janones agradeceu publicamente a Flávio pelo aumento da audiência do canal.
🚨HITOU: Canal de Janones no WhatsApp, “Exército do Lula”, alcança 4 milhões de seguidores, enquanto o canal do Flávio Bolsonaro tem 1,4 milhões de seguidores apenas. pic.twitter.com/f451ReiMUY
— PointCharts (@pointcharts) October 12, 2026
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