
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, manifestou apoio público ao presidente nacional de seu partido, Valdemar Costa Neto.
A declaração ocorre após o dirigente ter R$ 119 milhões em patrimônio congelados por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, nesta sexta-feira, 10.
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Em suas plataformas digitais, o parlamentar fluminense declarou que Valdemar conseguirá esclarecer todos os questionamentos da Justiça. A fala caminha no mesmo sentido do posicionamento do próprio comandante da legenda, que considerou o despacho de Dino uma tentativa de criminalizar a atuação política de forma indevida.
Dando suporte ao argumento da defesa, Flávio ressaltou que a articulação do presidente da sigla com os deputados federais faz parte da rotina natural da função. Na mesma postagem, o senador questionou a conduta da Polícia Federal, cobrando o encerramento do que chamou de perseguição aos opositores. Ele classificou o episódio como lamentável e sugeriu que o intuito da operação seria intimidar um rival político da atual gestão federal.
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“Lamentável ver a PF atuando de forma seletiva para constranger um adversário político do atual governo. A Polícia Federal, que diz não ter efetivo, nem recursos para investigar as denúncias contra Lulinha, filho do presidente Lula, mais uma vez mobiliza recursos para atacar adversários do presidente. Essa perseguição precisa parar” afirmou.
CONFIRA:
Sobre a decisão de hoje do ministro Flavio Dino (STF) contra o presidente do meu partido, Valdemar Costa Neto (PL):
1. Tenho certeza que o presidente Valdemar saberá dar todas as respostas aos pontos levantados
2. Como presidente do maior partido do Brasil, é natural que ele…
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 10, 2026
A investigação:
Segundo investigação da PF, Valdemar teria indicado ao menos 21 emendas parlamentares que totalizariam R$ 119 milhões — valor bloqueado pela decisão.
Para isso, por não ser parlamentar, o presidente do PL teria utilizado servidores da Câmara dos Deputados para direcionar verbas públicas de forma oculta, por meio de registros fraudulentos.
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