
O filho do presidente Jair Bolsonaro, o excelentíssimo senhor Flávio Nantes Bolsonaro, do PL RJ (Partido Liberal pelo estado do Rio de Janeiro), foi até os EUA e escancarou a ligação de Luiz Inácio Lula da Silva com o Banco Master e Vorcaro, incentivando o país do norte a punir mais o Brasil.
O rapagão, pré-candidato à Presidência, enviou um documento ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) relacionando o escândalo do Banco Master ao governo Lula, chamando-o de “a maior fraude bancária da história” do Brasil.
No documento, Flávio preferiu não expor sua própria relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, de quem pediu dinheiro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, além de não mencionar investigações que envolvem aliados da direita, como Ciro Nogueira, pois não vinha ao caso no momento.
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Flávio citou nomes ligados ao governo, como Jaques Wagner, Guido Mantega e Ricardo Lewandowski, sugerindo benefícios indevidos e proximidade com Vorcaro, embora as investigações não indiquem envolvimento do governo federal até o momento. Informações do jornal Valor Econômico.
Todos os citados negaram qualquer atuação ilícita. Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, também negou irregularidades em contrato de advocacia com o Master.

Apesar de acusar figuras ligadas ao PT e ao STF, Flávio deixou de fora sua própria conexão com Vorcaro e a de aliados próximos, o que gera críticas sobre seletividade política em suas declarações. Dessa forma, Flávio Bolsonaro tenta associar o escândalo do Banco Master ao governo Lula em documentos oficiais, mas omite suas próprias ligações e as de aliados, levantando questionamentos sobre parcialidade e estratégia política. Muitos acusaram Flávio sem provas de ser cara de pau.
“O escândalo do Banco Master é descrito como a maior fraude bancária na história do país, cuja investigação tem exposto uma teia de conexões entre o controlador do banco e o aparato governamental: o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, contratado como consultor; o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, cujo escritório de advocacia foi contratado pelo banco pouco tempo após ele deixar o ministério; senador Jaques Wagner, o líder do governo no Senado, que teria recebido benefícios indevidos; e o próprio presidente [da República], que teria recebido o controlador do banco fora da agenda oficial e teria o aconselhado a não vender o banco”, disparou o bonitão sem dó.
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