
O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, exonerou Victor Carnevalli Durigan do cargo de diretor de Promoção de Direitos Digitais da pasta após apenas cinco dias.
A saída foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (9), revertendo a nomeação que havia sido feita na última quarta-feira (4).
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Demissão de nome ligado a Felipe Neto dá o que falar
O caso chamou a atenção não só pela velocidade da exoneração, mas pelo curioso histórico do agora ex-diretor. Victor Durigan é irmão de Dario Durigan, atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda – um dos cargos mais importantes da equipe econômica.
Além do parentesco no alto escalão, seu currículo mistura experiências no Judiciário e no mundo digital: ele já atuou como assessor no gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e também coordenou o Instituto Vero, uma organização não-governamental fundada pelo youtuber Felipe Neto.
Hoje conhecido como Instituto Felipe Neto, a entidade afirma atuar nas áreas de saúde mental, educação midiática e filantropia, com foco no bem-estar de crianças e adolescentes.
A rápida passagem de Durigan pelo Ministério da Justiça levanta questões sobre os critérios da nomeação e as razões da súbita exoneração, em um episódio que mistura relações familiares, conexões no STF e os holofotes do universo dos influenciadores digitais.
O ministério ainda não se manifestou oficialmente sobre os motivos da decisão.
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