
Um almoço reservado e que durou quase 3 horas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta quarta-feira (14), teve como principal assunto: o futuro eleitoral do próprio ministro.
O encontro, segundo fontes, centrou-se no imbróglio sobre o destino de Haddad nas eleições de outubro. Pressões do próprio partido querem que ele dispute o governo de SP pela legenda.
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PT vê campanha em SP como futura projeção de Haddad como sucessor de Lula
Apesar de negar publicamente por meses qualquer plano de candidatura, Haddad é alvo de uma insistente campanha interna no PT.
O partido trabalha há tempos para convencê-lo a disputar o governo de São Paulo ou, em um plano B, uma vaga no Senado Federal. Até o momento, o ministro se limitava a deixar a pasta para atuar na campanha de reeleição de Lula, sem assumir formalmente uma candidatura própria, sendo esse o seu único compromisso até então.
Nos bastidores, porém, aliados do ministro interpretam o movimento com uma boa estratégia a longo prazo. Segundo informações da CNN, aliados do ministro enxergam as negociações como se Haddad pudesse ser o sucessor de Lula.
A avaliação interna é de que, mesmo reconhecendo as poucas chances de vitória em São Paulo, aceitar a difícil missão seria um sacrifício necessário. Um ”sim” de Haddad para a missão seria um passo à frente para se firmar como o nome do PT a ser trabalhado para eleições presidenciais futuras, consolidando seu lugar na linha sucessória do partido ao Planalto.
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