
Nessa última quinta-feira (15/10), Fernando Haddad (PT), minimizou o risco de demissões após a aprovação do fim da escala 6×1 pelo Senado. O ex-ministro da Fazenda e coordenador da campanha de Lula em São Paulo, classificou as previsões negativas como “alarmismo”.
Mudança na escala de trabalho vai provocar demissões? Fernando Haddad responde aos críticos
Ao portal “Uol”, Haddad falou sobre o assunto: “Tem muito alarmismo, faz parte do jogo, o alarmismo da parte daqueles que se sentem prejudicados.“, disse logo a princípio.
Em seguida, ele afirmou que empresas e trabalhadores terão tempo para se adaptar às mudanças. “Tem um prazo de transição, como você sabe, tem adequações que vão ser feitas, e as coisas vão transcorrer normalmente.“, garantiu.
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Afinal, o que muda com o fim da escala 6×1?
O Senado aprovou a proposta na quarta-feira (14/10), em dois turnos. Em suma, o texto prevê a substituição da escala de seis dias de trabalho pelo modelo de cinco dias trabalhados e dois de folga, sem redução salarial.
Além disso, a jornada semanal máxima, atualmente de 44 horas, será reduzida para 42 horas em até 60 dias após a promulgação da emenda. E, um ano depois, para 40 horas. Um dos dias de descanso deverá ser preferencialmente aos domingos.
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A proposta recebeu 75 votos favoráveis nos dois turnos. Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra, enquanto Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcio Bittar (PL-AC) não participaram da votação.
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