Indicado por Bolsonaro, Hélio Negão é o nome do PL para o TCU

Ex-presidente determina indicação do aliado “irmão”.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Hélio Negão (Foto: Câmara dos Deputados)
Hélio Negão (Foto: Câmara dos Deputados)

Sob ordens diretas do ex-presidente Jair Bolsonaro, a direção nacional do Partido Liberal (PL) chancelou nesta quarta-feira (25) o lançamento do deputado Hélio Lopes, o ‘Hélio Negão’ à vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

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A decisão, anunciada pelo presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, atende a um desejo pessoal de Bolsonaro, que mantém com o parlamentar uma relação de proximidade política e afetiva, Lopes frequentemente se refere ao ex-mandatário como “irmão”. As informações são do site Metrópoles.

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Hélio Negão tenta unir direita em torno de seu nome para o TCU

Eleito para a Câmara em 2018 com o padrinho bolsonarista e reeleito em 2022, Lopes agora articula apoio entre segmentos estratégicos do Legislativo. Nos próximos dias, o deputado deve intensificar conversas com a bancada negra e com a Frente Evangélica, na tentativa de consolidar sua candidatura.

Nos bastidores, no entanto, dirigentes partidários reconhecem que a empreitada enfrenta obstáculos. A fragmentação de nomes no campo da direita e do centrão acendeu o alerta entre aliados. “Se não houver unidade, corremos o risco de abrir caminho para o candidato governista”, avalia um integrante da cúpula do PL.

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Até o momento, além de Hélio Lopes, estão na disputa Odair Cunha (PT-MG), que conta com o respaldo de articulações lideradas por Arthur Lira e Hugo Motta, e Hugo Legal (PSD-MG). No União Brasil, a falta de consenso resultou em duas pré-candidaturas: Elmar Nascimento (BA) e Danilo Forte (CE).

Portanto, o pleito será decidido em votação secreta no plenário da Câmara, modelo que historicamente favorece dissidências e acordos de última hora. A vaga se deu com a aposentadoria compulsória do ministro Aroldo Cedraz, ocorrida na última terça.

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Amanda Souza
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