
O jornalista Guga Noblat chamou atenção durante o pronunciamento de Flávio Bolsonaro (PL), logo após o resultado do primeiro turno das eleições, no domingo (04/10). Isso porque, enquanto um assessor tentava organizar os jornalistas, o profissional questionou o uso do termo “presidente” para se referir ao candidato.
Assessor de Flávio Bolsonaro dá dura em jornalista: “Ei, segura!”
No vídeo, publicado no “X”, antigo “Twitter”, o assessor de Flávio se dirige a imprensa presente e diz: “Eu queria pedir respeito de vocês, para o pronunciamento do presidente.“.
Em seguida, Noblat responde: “Presidente? Ele não foi eleito ainda não. Tem certeza?!“, questiona. O assessor, então, grita: “Ei, ei, segura!“. Ao fundo, o filho de Jair Bolsonaro apenas sorri.
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Guga Noblat sobre o tom e questiona candidato a presidência: “Deu dinheiro pra milícia”
Na sequência, o jornalista fez perguntas sobre acusações envolvendo o senador. “Flávio, tem condição moral de ser presidente investigado que deu dinheiro pra milícia? E que recebeu dinheiro de mafioso?“, perguntou.
Logo depois, Noblat voltou a insistir: “Tem condição, Flávio? Tem risco de ser preso por isso mudar?“**. Porém, não houve resposta às perguntas.
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Ao compartilhar o momento, o ex-repórter do “CQC” (Band) criticou a postura do candidato. “Flávio deu uma coletiva? Não, ele não tem coragem de responder pergunta. É muita sujeira. Era só um pronunciamento, mas eu fiz assim mesmo.“, escreveu por fim.
Flávio deu uma coletiva? Não, ele não tem coragem de responder pergunta, é muita sujeira, era só um pronunciamento. Mas eu fiz assim mesmo. O assessor dele não ficou feliz, a militância vaiou. Ainda tive que explicar que Flávio não é presidente, já que o assessor o trata assim. pic.twitter.com/jmujm9eS0j
— GugaNoblat (@GugaNoblat) October 5, 2026
Saiba mais
De acordo com investigações da Polícia Federal, reveladas em setembro de 2026, Flávio destinou uma emenda parlamentar de cerca de R$ 200 mil ao Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), localizado na Zona Oeste do RJ. Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peite” articulou a liberação da verba em 2023. Este apontado como miliciano e preso sob a acusação de envolvimento no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco.
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