
O presidente Lula (PT) acionou a cúpula das Forças Armadas e determinou a elaboração urgente de um documento estratégico, nesta quinta-feira (15).
Durante uma reunião de alto nível no Palácio do Planalto, o mandatário cobrou do ministro da Defesa, José Múcio, e dos comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica um “relatório detalhado sobre defesa nacional, incluindo propostas para reforçar a segurança e a estabilidade do Brasil”.
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Forças Armadas apontam fragilidades a Lula
A reunião, que contou com a presença dos principais chefes militares, ocorre em um contexto de “preocupação com as fronteiras nacionais após a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela”, que culminou com a prisão do ditador Nicolás Maduro.
Segundo fontes, apesar do alerta, Lula foi informado de que a situação na região de fronteira “está sob controle”, com o Brasil mantendo uma força expressiva na Amazônia, cerca de 10 mil homens, dos quais 2.300 estão em Roraima, estado que faz divisa direta com a Venezuela.
No encontro, as Forças Armadas apresentaram um diagnóstico das fragilidades do país.
O comandante do Exército, general Tomás Paiva, listou necessidades críticas, incluindo o reforço do “sistema de defesa antiaéreo”, além de investimentos em “uma frota de drones” e na “modernização dos helicópteros da força”, sinalizando áreas prioritárias para o fortalecimento militar.
Vale lembrar Lula criticou a invasão das forças militares americanas a Venezuela. Se citar nomes, o petista defendeu a soberania nacional e autodeterminação dos povos.
O presidente brasileiro tem ligado a diversos líderes mundiais a fim de tratar sobre, particularmente, esse assunto.
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