Lula cancela ida ao Chile para evitar encontro com Eduardo e Flávio Bolsonaro

Presidente não irá a evento no Chile após convite a irmãos Bolsonaro

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Lula, Eduardo e Flávio Bolsonaro (Foto: Montagem/Reprodução)
Lula, Eduardo e Flávio Bolsonaro (Foto: Montagem/Reprodução)

O Palácio do Planalto e o Itamaraty informaram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não irá mais à cerimônia de transmissão de cargo no Chile, marcada para esta quarta-feira (11).

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A desistência ocorreu depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-deputado estadual Eduardo Bolsorano foram chamados para o evento. As informações são do CNN Brasil.

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A decisão de Lula foi tomada ainda no último domingo, mas somente na manhã desta terça-feira (10) o governo confirmou oficialmente o cancelamento.

Diante da ausência do chefe de Estado brasileiro, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, foi designado para assumir a representação do país na posse de José Antonio Kast.

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Nos bastidores, integrantes do corpo diplomático ouvidos pela reportagem demonstraram preocupação. De acordo com essas fontes, a falta de Lula abre espaço para que o presidente argentino, Javier Milei, se destaque como a principal liderança presente no evento, influenciando o cenário político regional.

Em época de pré-campanha, o Palácio do Planalto alterou o planejamento eleitoral e determinou o início de uma ofensiva contra Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após pesquisas indicarem empate técnico entre Lula e o senador em eventual segundo turno.

A estratégia anterior era ignorar o filho de Jair Bolsonaro para não lhe dar visibilidade e aguardar uma possível substituição por Tarcísio de Freitas. Com a consolidação da candidatura de Flávio e a rápida transferência de votos do ex-presidente, o petista optou por antecipar os ataques.

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O PT deve produzir conteúdo relembrando polêmicas envolvendo o senador, como o caso das rachadinhas e a defesa das tarifas de Trump ao Brasil.

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Amanda Souza
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