
A proposta do presidente americano Donald Trump para que o Brasil entre em um novo ‘Conselho de Paz’ para Gaza foi recebida em Brasília com desconfiança pela equipe de Lula.
Enquanto a resposta ainda não foi dada, e o estudo da ideia é cauteloso, nos corredores eles já tem um veredito: assessores diretos acreditam que a ideia simplesmente não vai sair do papel.
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Equipe do governo Lula desconfia do projeto de Trump
A falta de apoio internacional sólido à iniciativa de Trump se tornou o argumento secreto do governo Lula. Se ficar claro que o Conselho é um projeto sem a participação de grandes potências europeias, o Brasil poderá recusar o convite sem criar um atrito direto, usando como justificativa a defesa do multilateralismo e da ONU.
Diante de uma proposta considerada “pior que o esperado”, a recomendação dos auxiliares é que o presidente não tenha pressa para responder.
A aposta é que países como França e Alemanha também resistam, e que, sem tração entre o G7 ou outros parceiros do BRICS, a ideia simplesmente “perca força por si só”.
O Planalto não quer ser o primeiro a dar um “não” para o convite. Prefere esperar para ver se o conselho vai ”vingar”, evitando assumir um risco diplomático desnecessário. Na visão brasileira, se o grupo de Trump for apenas um “clube de aliados”, o lugar do Brasil certamente não será à mesa.
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