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Lula desafia a oposição e lança Gleisi em missão impossível

Presidente quer que Hoffman seja candidata ao Senado pelo Paraná.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Lula e Gleisi Hoffmann (Foto: Montagem/Agência Brasil)
Lula e Gleisi Hoffmann (Foto: Montagem/Agência Brasil)

A ministra Gleisi Hoffmann (PT) foi encarregada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de liderar uma das batalhas eleitorais difíceis para o governo: a disputa por uma cadeira no Senado pelo Paraná.

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Licenciada da Câmara, ela busca pela terceira vez uma vaga na Casa, em um movimento que faz parte da ofensiva do PT para fortalecer sua bancada no Congresso.

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Em cenário difícil, Gleisi Hoffmann encara favoritos da oposição

A confirmação da candidatura, que deve ser formalizada até 4 de abril, exigirá seu desligamento do Ministério das Relações Institucionais.

A missão, no entanto, é considerada árdua. O cenário eleitoral paranaense mostra forte predominância de nomes da oposição. O governador Ratinho Jr. emerge como principal favorito, com 31% das intenções de voto em levantamento de novembro de 2025.

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A competição se mostra acirrada mesmo em um eventual cenário sem o governador. Nesta hipótese, a ex-bolsonarista Cristina Graeml (União) e o ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo) aparecem na frente, enquanto Gleisi Hoffmann figura em quarto lugar, com 12%.

A pesquisa Real Time, com margem de erro de três pontos, revela a dificuldade petista no estado: a ministra tem 10% atualmente, e o deputado Zeca Dirceu (PT), 8%.

A estratégia do PT para as eleições senatoriais é ampla e inclui outro ministro de peso: Fernando Haddad, da Fazenda.

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Recentemente defendido por Gleisi, Haddad deve deixar o cargo para concorrer em São Paulo e construir uma base eleitoral sólida para Lula no estado.

A composição atual do Senado é mais favorável ao Planalto do que a da Câmara, mas a oposição mobiliza-se para inverter esse quadro. A disputa no Paraná, portanto, não é apenas local: é um termômetro da capacidade do governo de expandir sua influência no Legislativo para os próximos anos.

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Amanda Souza
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