
Patrus Ananias, deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte, tornou-se o principal nome do PT de Lula para disputar o governo de Minas Gerais em 2026.
Contudo, segundo informações do jornal O Tempo, ele impôs uma condição cruel: só aceitará a candidatura após uma conversa direta com o presidente Lula, algo que ainda não aconteceu. A mesma exigência já havia sido feita por Marília Campos, que acabou concorrendo ao Senado.
O partido ainda não tinha candidato definido; antes, Lula cogitou Rodrigo Pacheco como “plano A”, mas ele se desiludiu e desistiu da política de vez. Patrus havia lançado sua pré-candidatura à reeleição como deputado federal dias antes, mas foi procurado pela direção nacional do PT e aceitou entrar nas negociações.
Sua entrada reduziu o espaço da ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart Almeida, que vinha se movimentando para disputar o governo. Patrus chegou a ligar para ela para evitar desgastes. As convenções partidárias começam em 20 de julho. O PT pretende consultar aliados como MDB e PSB para avaliar a viabilidade de uma candidatura de consenso em torno de Patrus.
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Contudo, há resistência no MDB. Gabriel Azevedo, ex-presidente da Câmara de BH, insiste em sua pré-candidatura e busca alianças com partidos como PSDB e outras 16 legendas. Sendo assim, Patrus Ananias desponta como favorito do PT para o governo de Minas, mas condiciona sua decisão a uma conversa com Lula. Sua entrada mudou o cenário interno do partido, que agora busca alianças para consolidar a candidatura.
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