
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou nesta segunda (1º) ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise dos possíveis prejuízos para empresas e bancos brasileiros causados por Flávio Bolsonaro após os EUA classificarem o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Durigan alertou que sanções ou restrições podem comprometer a soberania econômica e a estabilidade das instituições nacionais. Ele destacou o risco de prejuízos “irreais ou fantasiosos” decorrentes da discricionariedade do governo Trump.
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O ministro pretende conversar com autoridades americanas, incluindo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, embora ainda não haja reuniões agendadas. O objetivo é evitar que empresas brasileiras sejam alvo de sanções sem base concreta.
“Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, então nós insistimos nesse ponto e evitar que haja prejuízo irreal, fantasioso para nossa economia. Nós temos que evitar isso com todo custo. é uma grande injustiça”, disparou Durigan ao retornar do encontro no Palácio do Planalto.
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O governo brasileiro busca proteger empresários, empregos e instituições financeiras contra interferências externas que possam prejudicar o desenvolvimento nacional. Para isso, mantém diálogo com diversos setores da economia.
Durigan também discutiu com Lula sua próxima viagem à China e ao Japão, onde apresentará o programa Eco Invest Brasil para captar recursos internacionais voltados a investimentos sustentáveis. No encontro, foram detalhados dados recentes do PIB: crescimento de 1,1% no primeiro trimestre, com aumento de 3,5% na formação bruta de capital fixo, indicador de investimentos.
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