
Lula reagiu a uma proposta de ajuste fiscal atribuída à campanha de Flávio Bolsonaro, destacando o argumento de que cortes de R$ 200 bilhões afetariam programas educacionais, enquanto Lula defende a expansão do Pé-de-Meia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou uma proposta atribuída à campanha de Flávio Bolsonaro de realizar um ajuste fiscal equivalente a 1,5% do PIB (cerca de R$ 200 bilhões).
O ministro da Educação Leonardo Barchini afirmou que um corte dessa magnitude colocaria em risco diversos programas e investimentos da área da educação.
+ Lula manda recado para Pabllo Vittar: “Companheira Pabllo”- Portal Área VIP
Entre os possíveis impactos mencionados estão:
- o programa Pé-de-Meia;
- bolsas da Capes;
- universidades e institutos federais;
- construção de creches e escolas;
- transporte escolar;
- contratos de serviços terceirizados, como limpeza e vigilância.
Lula declarou que os estudantes seriam os principais afetados pelos cortes e argumentou que a redução de R$ 200 bilhões significaria, na prática, enfraquecer ou inviabilizar programas educacionais e investimentos federais.
Em contraposição, Lula afirmou que, caso seja reeleito, pretende universalizar o programa Pé-de-Meia em 2027, apresentando essa medida como uma alternativa de ampliação do apoio aos estudantes.
Lula enquadrou a disputa eleitoral como uma escolha entre duas visões para a educação: uma baseada em mais investimentos e outra baseada em cortes de gastos.
“A promessa de Flávio Bolsonaro tem uma conta — e quem vai pagar são os estudantes. Cortar R$ 200 bilhões, quase toda a verba disponível para serviços, programas e investimentos, fora as despesas obrigatórias, é decretar, na prática, o fim do Pé-de-Meia. Esse é o alerta do ministro da Educação“, disse.
“Enquanto meu adversário encolhe as oportunidades para a juventude, meu compromisso é universalizar o Pé-de-Meia em 2027. Lugar de jovem é na escola, com apoio para concluir os estudos e ir mais longe. O eleitor vai escolher: um país que investe no conhecimento ou um país que corta a educação e condena seus jovens ao atraso“, comentou.







