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Lula tenta tirar carne brasileira do “Tarifaço” da China

Lula corre contra o tempo para salvar carne brasileira

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Lula - Foto: Governo Federal
Lula – Foto: Governo Federal

O presidente Lula busca às pressas uma medida diplomática para tirar a carne bovina brasileira do “Tarifaço” da China.

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O governo busca as autoridades chinesas para impedir que nossa carne já embarcada e em trânsito para o oriente seja incluída na nova cota de importação anunciada pelo governo de Pequim. A meta é impedir que esse produto tenha a taxa adicional de 55% que o país comunista aplicará sobre importação que excedam o limite imposto, como informa a Folha de S.Paulo.

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Nesta quarta (31), o Ministério do Comércio da China declarou que, a partir de 1º de janeiro, cobrará taxas de 55% sobre as importações de carne bovina de nações como Brasil, Argentina, Uruguai e Estados Unidos que estiverem acima de um volume determinado por eles. Para o Brasil, foi fixado o valor de 1,1 milhão de toneladas máximas. Acima disso, receberá uma taxa.

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Lula busca saída ao tarifaço da China

A situação preocupa o Brasil e o nosso agro, já que a China é hoje o principal consumidor da carne bovina do Brasil. Agora, o pedido para que a carne já em trânsito não entre no cálculo é a primeira medida de Lula para amenizar os efeitos do Tarifaço do Xi Jinping. Entre 100 mil e 150 mil toneladas de carne são estimadas nesta situação.

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Em 2025, o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para a China em 2025. Se a medida já valesse, 600 mil toneladas receberiam o tarifaço.

Em nota conjunta, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes e a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) disseram que a decisão da China obriga “ajustes ao longo de toda a cadeia, da produção à exportação, para evitar impactos mais amplos”.

A Abiec e a CNA seguirão acompanhando a implementação das medidas, atuando diretamente junto ao governo Brasileiro e às autoridades chinesas para reduzir os danos que essa sobretaxa causará aos pecuaristas e exportadores brasileiros e para preservar o fluxo comercial historicamente praticado”.

Pesquisadores chineses chegaram à conclusão de que a compra de carne bovina estrangeira gerou danos à indústria nacional, segundo o Ministério do Comércio.

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Vinícius Carvalho
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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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