
O presidente Lula exonerou o advogado Luis Henrique Pichini Santos do cargo de assessor especial no Gabinete Pessoal da Presidência. A saída foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (4/2).
Pichini ganhou notoriedade por integrar a equipe de defesa de Lula nos processos da Operação Lava-Jato. Formado em direito em 2017, ele atuou no escritório do hoje ministro do STF, Cristiano Zanin, e participou de audiências do caso em Curitiba.
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Nas redes sociais, o ex-assessor de 34 anos, que recebia R$ 17,3 mil mensais, demonstrava proximidade com Lula e era um crítico ferrenho do ex-juiz Sergio Moro, a quem chamou de “patético” e “incompetente”. Ele também foi um dos advogados que assinaram a ação popular que tornou Moro réu na Justiça do DF.
Relembre o processo da Lava Jato de Lula
O ex-presidente Lula, preso por 580 dias, teve suas condenações na Lava Jato anuladas pelo STF em 2021. A Corte entendeu que os processos foram julgados por um juiz parcial, Sergio Moro, e em local (Curitiba) sem competência legal, violando seus direitos.
Lula havia sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro nos casos do tríplex e do sítio de Atibaia. Com a anulação e a prescrição dos prazos, os processos foram arquivados. Juridicamente, ele recuperou a presunção de inocência, pois as condenações foram declaradas nulas.
Politicamente, a questão divide opiniões. Seus apoiadores veem a anulação como prova de perseguição. Críticos, como o ex-procurador Deltan Dallagnol, ressaltam que as acusações não foram julgadas no mérito, apenas anuladas por vícios formais, sem uma declaração de “inocência”.
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