
A doutora plantonista que avaliou Jair Bolsonaro na prisão alegou em documento oficial que pediu a transferência para o Hospital DF Star, na semana passada, por conta do “risco de morte” do ex-presidente, que trata um quadro de broncopneumonia bacteriana.
Informações do repórter André Richter na Agência Brasil. Na sexta-feira 13, Jair se sentiu mal na cadeia e foi levado às pressas para hospital, onde segue hospitalizado.
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A transferência foi relatada ao ministro Alexandre de Moraes, o Xandão, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo comando da Papudinha, como é chamada a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.
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Devido a emergência, eles agiram sem a anuência de Xande. Bolsonaro está preso no local enquanto cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista, ao incitar a população contra um dos poderes da República, no caso o STF, o caso é considerado tentativa de golpe de estado em um regime tripartite como o nosso.
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No texto relatado ao Supremo, a instituição informou oficialmente ao ministro que fez a escolta para a unidade médica. “A escolta teve início às 6h52, após avaliação e determinação da médica de plantão, Dra Ana Cristina, em razão do risco de morte do custodiado. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com chegada no Hospital DF Star“, declara o documento.
Em boletim médico exposto na manhã de hoje (20), o ex-presidente continua hospitalizado e não tem previsão de alta.
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